domingo, 9 de novembro de 2008

GRUPO 5

A primeira aula apresentada no último dia do curso (5.11.2008) foi do grupo 5, do qual eu fazia parte. Nosso assunto foi sobre a anomalia congênita conhecida como lábio leporino. Acho que nosso grupo foi muito feliz na apresentação. Mostramos o que é essa anomalia, algumas crendices populares que envolvem o assunto, fatores que podem proporcionar seu surgimento, como detectar o problema ainda no útero da mãe, cuidados com o bebê que nasce com o problema, cirurgias e tratamentos e onde os familiares podem buscar ajuda. Acredito que o grupo atingiu seu objetivo.
Por fim, não podia deixar de registrar meu agradecimento especial à professora Beth pelo aprendizado que nos proporcionou nesses últimos meses. Seu empenho e dedicação com a turma permitiu a todos alcançar aquilo que buscaram com o curso de Didática.
Desejo, ainda, sorte e sucesso aos velhos alunos/novos professores.

GRUPO 6

O nosso último encontro, realizado no dia 5 de novembro de 2008, foi encerrado com uma excelente aula sobre educação financeira. Os componentes do grupo 6 mostraram que mudanças são possíveis para atingir o equilíbrio financeiro. Todos ficaram muito atentos com a explanação do método para realização de sonhos (DiSOP), criado pelo consultor e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos. Foi um assunto interessante. O grupo está de parabéns pela aula apresentada.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

GRUPOS 3 e 4

Assim como os dois primeiros grupos, só tenho elogios a fazer quanto às apresentações realizadas no último dia 3 pelos grupos 3 e 4. Observei que o tema “Retrato da Sociedade Brasileira” (grupo 3) despertou interesse e conseguiu prender a atenção dos alunos do início ao fim. A apresentação estava muito bem estruturada como também estava a aula sobre o Chocolate (grupo 4). Ambas foram ministradas com muita propriedade. Os níveis das apresentações foram muito bons. Parabéns.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

GRUPOS 1 e 2

Excelentes apresentações das aulas dos grupos 1 e 2 no último dia 29 de outubro com os temas “Eu gosto! Você Gosta?” e “Qualidade de Vida”, respectivamente.
Ambos grupos abordaram seus temas com muita clareza, foram criativos e conseguiram envolver a turma.
Parabéns aos novos professores.

COMO AVALIAR A APRENDIZAGEM DOS ESTUDANTES

Na aula do último dia 27 de outubro, utilizando o método Philips 66, os grupos previamente formados desenvolveram estudo do capítulo “Como avaliar a aprendizagem dos estudantes” do livro Didática do ensino superior de Antônio Carlos Gil.
Cada grupo fez sua análise do tema em um tempo hábil delimitado e as conclusões obtidas foram discutidas em uma nova formação de grupo com componentes dos outros grupos.
Cada componente dessa nova formação expôs as conclusões do seu grupo original que ora se mostraram iguais, ora complementares e sem ocorrência significativas de conclusões divergentes.
Como destaque cita-se que a avaliação é uma atividade desagradável mas também é uma atividade de grande importância que deve acontecer durante todo o processo de aprendizagem do estudantes.

Formação original do grupo 5 (Marcos, Juvenal, Hudson, Moíses e Paula).
Nova formação do grupo para dinâmica (Marcos, Kelly, Milton, Luciana, Everton e Cláudio).

domingo, 19 de outubro de 2008

MUNDO CORPORATIVO

Todos os dias, a formiga chegava ao escritório e pegava duro no trabalho. Era produtiva e feliz.
O gerente Leão estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.
Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O Leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões.
O Leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial.
A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente Leão, que era preciso fazer um estudo de clima.
Mas, o Leão, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : "há muita gente nesta empresa".
E adivinha quem o Leão mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Fonte: Internet.

A LIÇÃO DO PIAUÍ

O segredo do modelo de sucesso revelado numa escola particular no estado mais pobre do País, que alcançou o primeiro lugar no Enem, foi ela ter reproduzida com sucesso idéias que os acadêmicos do mundo inteiro vem afirmando nas últimas décadas ser a condição necessária para um ensino de qualidade: investimento na formação e atualização dos professores, incentivando-os e cobrando-os.
Na escola campeã (Instituto Dom Barreto em Teresina/PI), os professores não se apresentam aos estudantes sem antes assistir a aulas com os próprios autores dos livros didáticos para ensiná-los a fazer o melhor uso do material. Exige-se ainda do corpo docente que execute um roteiro detalhado para as aulas regulares. Resultados: aulas de alto nível, alunos assimilando melhor o conteúdo das matérias e conseqüentemente desempenho acima da média.
O exemplo está aí para ser copiado. Se deu certo no estado no estado mais pobre do País tem que dar certo também nos demais estados e regiões. Basta as autoridades arregaçar as mangas e mudar esse quadro disseminando o bom exemplo.

Fonte: WEINBERG, Mônica; TODESCHINI, Marcos. A Lição do Piauí. Veja On Line 28 fev. 2007. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/280207/p_092.shtml>. Acesso em 19 out. 2008.

VÍRGULA - Um mero detalhe!

Campanha de comunicação dos 100 anos da Associação Brasileira de Imprensa, comemorado em 7 de abril de 2008.

A vírgula pode ser uma pausa ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.


Fonte: Portal da Propaganda. Disponível em: http://www.portaldapropaganda.com/vitrine/tvportal/2008/04/0002?data=2008/04. Acesso em 19 out. 2008.

PROFESSOR DO SÉCULO XXI

Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção (FREIRE, 2008, p. 47).

Ter muitos títulos não significa que o indivíduo é um bom professor e também uma boa aula não se resume àquela que é dada por um professor que fala muito bem aos seus alunos. Para ser bom no que faz, ele precisa, como qualquer profissional de outras áreas, ter capacidade de aprender e lidar com as transformações, mantendo-se constantemente atualizado e, mais ainda, saber lidar com as diversidades de pessoas e situações. Esse modelo de professor deve ter uma preparação com estratégias didáticas adequadas e tornar suas aulas prazerosas utilizando-se, por exemplo, de multimídias e vários outros recursos interessantes da modernidade. Vale lembrar que o uso desses recursos por si só não são suficientes para marcar o bom professor. O que vai marcar mesmo é a sua capacidade de promover a comunicação entre os alunos e melhorando a qualidade da relação professor/aluno.

Fonte: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo. Paz e Terra, 2008.
SALOMÃO, Graziela. O profissional do século XXI. Revista Época OnLine de 3 fev. 2006. Disponível em: http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT1124524-1655,00.html. Acesso em 19 out. 2008.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

PEDAGOGIA DA AUTONOMIA - Saberes Necessários à Prática Educativa (Paulo Freire)

A obra de Paulo Freire é dividida em três capítulos onde são apresentadas propostas de práticas pedagógicas advindas de suas experiências da relação educador-educando.
Freire expõe seus pensamentos para uma reflexão crítica onde valoriza a autonomia do educando para que educadores, independentemente de suas opções políticas (críticas, progressistas ou conservadoras), saibam dosar a relação entre a teoria e a prática e não apenas transferindo conhecimentos, mas criando possibilidades para construção e produção desses conhecimentos em dimensões individuais e respeitando as identidades culturais.
Para Freire, todo conhecimento novo pode superar o existente, entretanto o educador deverá estar sempre exercendo o hábito da pesquisa para conhecer o que ainda não conhece e poder compartilhar suas novidades com os educandos, fazendo com que a curiosidade pela descoberta do novo desenvolva senso crítico em cada um.
Destaca, ainda, que a coerência entre a teoria e a prática influencia seus educandos na construção de sua autonomia. Ensinando-os a pensar certo, respeitando as diferenças individuais, sem qualquer tipo de discriminação, reforça sua capacidade crítica, sua curiosidade e sua insubmissão, pois "quem pensa certo, mesmo que às vezes pense errado, é quem pode ensinar a pensar certo" (p. 27). Por isso, o educador não pode ser visto como apenas um objeto do conhecimento, mas o criador de possibilidades numa troca de experiências mútuas instigados pela curiosidade.
Apesar de ser repetitivo em algumas conceituações, cada ensinamento de suas experiências nos leva a compreender que a educação é uma forma de intervir no mundo e que a arte de ensinar não é apenas uma profissão, é uma missão indispensável à prática pedagógica.

Fonte: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo. Paz e Terra, 2008.

domingo, 21 de setembro de 2008

PINK FLOYD - THE WALL

É um filme musical do Reino Unido realizado por Alan Parker. Foi gravado em 1982 e baseado no final dos anos 70. É uma obra de protesto com fortes críticas sociais e políticas. O filme se baseia em um personagem que constrói um muro fictício entre ele e o mundo. São lembranças que esse personagem tem da infância, da adolescência e da fase adulta.
Nas cenas de animação da música "Another Brick in the Wall", traduzida para o português: “Apenas mais um tijolo no muro”, a história é dividida em três partes. Na primeira, a morte de seu pai. Na segunda, a escola com professores que são produzidos para robotizar os alunos. A terceira parte da música, fala sobre drogas e guerras.
Refletindo sobre essa música podemos observar que não se trata da história da vida de um único personagem. E que existem muros que envolvem cada um de nós. Precisamente na segunda parte da música, o clipe mostra a escola com uma educação alienada robotizando alunos, um professor que é repreendido em casa repreende seus alunos descarregando suas frustrações e um personagem que não se deixou alienar por esse modelo de educação sem liberdade que se revolta ao destruir os tijolos desse muro (escola e professor).

Fontes (Acesso em 21 set. 2008):
Pink Floyd - The Wall. http://pt.wikipedia.org/wiki/Pink_Floyd_-_The_Wall
Another Brick in the Wall. http://letras.terra.com.br/pink-floyd/67055/
Clipe. http://letras.terra.com.br/pink-floyd/67055/clipes-videos.html
Tradução para o português: “Apenas mais um tijolo no muro”. http://letras.terra.com.br/pink-floyd/1010185/.

O SORRISO DE MONALISA

O filme conta a estória da professora de artes Katharine Watson (Julia Roberts) no ambiente fechado da tradicional escola americana Wellesley College na década de 50. Uma professora com forte tendência progressista que decide lutar contra antigos costumes e normas conservadoras da sociedade e do próprio colégio.
Sua criatividade aliada à sensibilidade, quanto aos problemas das alunas, deram sustentação às novas formas de absorção de conhecimento e influenciou para sempre suas alunas para enfrentar os desafios da vida de forma mais conscientes.
A sociedade também exercia forte influência sobre o papel da escola. No processo de aprendizagem, a escola tinha que transmitir para suas alunas o que a sociedade esperava delas. Isso era o que importava para a época.
Destaca-se, portanto, duas tendências pedagógicas: Primeira é a tradicional que predominou a categoria da maioria das alunas, da concepção de educação, da família e do modelo da escola. A outra tendência, a progressista, esteve presente principalmente na figura da professora.

Dados do filme:
Título Original: Mona Lisa Smile
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 125 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2003
Estúdio: Columbia Pictures Corporation / Revolution Studios / Red Om Films
Distribuição: Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment
Direção: Mike Newell
Edição: Mick Audsley

VETERANOS SE TORNAM CALOUROS

Os grisalhos na sala de aula já não são só os professores. Milhares de pessoas
acima dos 50 estão na universidade em busca de um novo caminho – ou apenas
de uma atividade para ocupar o tempo livre. Veja os números:




Leia artigo completo no sítio da Revista Veja em http://veja.abril.com.br/090708/p_096.shtml.
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Fonte: PEREIRA, Camila. Veteranos se tornam calouros. Revista Veja 9 julho, 2008. Disponível em: <http://veja.abril.com.br/090708/p_096.shtml/%3E./>. Acesso em 21 set. 2008.

CRIANDO OPORTUNIDADES DE APRENDIZAGEM CONTINUADA AO LONGO DA VIDA

No artigo, José Armando Valente, destaca que com a quantidade de informação cada vez maior, o conhecimento e a aprendizagem estão assumindo papel de destaque deixando em segundo plano a produção de matéria-prima, o trabalho e o capital. Destaca, ainda, que as escolas não têm capacidade de transmitir toda a informação e conhecimento que seus alunos necessitam.
Nesse sentido surge a pergunta: Como exigir desses alunos, que terão no futuro uma profissão, certas habilidades e determinados conhecimentos se não lhes são ensinados a aprender? Motivar o aluno para que ele próprio desenvolva a predisposição de caçador ativo numa aprendizagem continuada é essencial e urgente. Os alunos não podem continuar sendo moldados a uma aprendizagem mecânica com professores transmitindo informações já prontas e não motivando e nem ensinando eles a pensar, mas só que pensar.

Fonte: VALENTE, José Armando, Artigo a ser publicado na Revista Pátio, Artes Médicas Editora.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

VISITA AO SÍTIO DO MEC

No portal do MEC (http://www.mec.gov.br/) os visitantes encontram um vasto banco de informações relacionadas à prática docente.
Trata-se de uma rica ferramenta em material acadêmico disponível para consultas de professores e alunos que querem estar sempre atualizados sobre o que está acontecendo no campo educacional.
De navegação simples e objetiva, os links são bem posicionados e os visitantes acessam facilmente os mais variados assuntos. Não há anúncios indesejáveis ou poluentes, só conteúdos educacionais de interesse, como notícias, resultados de pesquisas, estatísticas, legislação educacional e muito mais.
Vale a pena fazer uma visita para conhecer.

Fonte: BRASIL. Ministério da Educação. Disponível em: <http://www.mec.gov.br/>. Acesso em 14 set.2008.