A obra de Paulo Freire é dividida em três capítulos onde são apresentadas propostas de práticas pedagógicas advindas de suas experiências da relação educador-educando.
Freire expõe seus pensamentos para uma reflexão crítica onde valoriza a autonomia do educando para que educadores, independentemente de suas opções políticas (críticas, progressistas ou conservadoras), saibam dosar a relação entre a teoria e a prática e não apenas transferindo conhecimentos, mas criando possibilidades para construção e produção desses conhecimentos em dimensões individuais e respeitando as identidades culturais.
Para Freire, todo conhecimento novo pode superar o existente, entretanto o educador deverá estar sempre exercendo o hábito da pesquisa para conhecer o que ainda não conhece e poder compartilhar suas novidades com os educandos, fazendo com que a curiosidade pela descoberta do novo desenvolva senso crítico em cada um.
Destaca, ainda, que a coerência entre a teoria e a prática influencia seus educandos na construção de sua autonomia. Ensinando-os a pensar certo, respeitando as diferenças individuais, sem qualquer tipo de discriminação, reforça sua capacidade crítica, sua curiosidade e sua insubmissão, pois "quem pensa certo, mesmo que às vezes pense errado, é quem pode ensinar a pensar certo" (p. 27). Por isso, o educador não pode ser visto como apenas um objeto do conhecimento, mas o criador de possibilidades numa troca de experiências mútuas instigados pela curiosidade.
Apesar de ser repetitivo em algumas conceituações, cada ensinamento de suas experiências nos leva a compreender que a educação é uma forma de intervir no mundo e que a arte de ensinar não é apenas uma profissão, é uma missão indispensável à prática pedagógica.
Fonte: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo. Paz e Terra, 2008.
Freire expõe seus pensamentos para uma reflexão crítica onde valoriza a autonomia do educando para que educadores, independentemente de suas opções políticas (críticas, progressistas ou conservadoras), saibam dosar a relação entre a teoria e a prática e não apenas transferindo conhecimentos, mas criando possibilidades para construção e produção desses conhecimentos em dimensões individuais e respeitando as identidades culturais.
Para Freire, todo conhecimento novo pode superar o existente, entretanto o educador deverá estar sempre exercendo o hábito da pesquisa para conhecer o que ainda não conhece e poder compartilhar suas novidades com os educandos, fazendo com que a curiosidade pela descoberta do novo desenvolva senso crítico em cada um.
Destaca, ainda, que a coerência entre a teoria e a prática influencia seus educandos na construção de sua autonomia. Ensinando-os a pensar certo, respeitando as diferenças individuais, sem qualquer tipo de discriminação, reforça sua capacidade crítica, sua curiosidade e sua insubmissão, pois "quem pensa certo, mesmo que às vezes pense errado, é quem pode ensinar a pensar certo" (p. 27). Por isso, o educador não pode ser visto como apenas um objeto do conhecimento, mas o criador de possibilidades numa troca de experiências mútuas instigados pela curiosidade.
Apesar de ser repetitivo em algumas conceituações, cada ensinamento de suas experiências nos leva a compreender que a educação é uma forma de intervir no mundo e que a arte de ensinar não é apenas uma profissão, é uma missão indispensável à prática pedagógica.
Fonte: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo. Paz e Terra, 2008.
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